Quando a verdade chega ao altar, já todos os meus pecados estão sentados, já a luz ilumina a pedra fria que toma conta do chão, já voam os pombos até aos anjos. Sempre senti a carpete que reveste os degraus demasiado pesada por baixo dos meus pés, talvez de todos os pecados que varreram para ali, piso hipocrisia em cima de repugnância e ódio. Isto nunca foi uma casa, apenas várias paredes feitas de mentes fechadas. Quando a morte mais me seduzia, aquilo não foi um abrigo, refúgio, salvação, o que poderia aconselhar alguém que vivia consoante regras estabelecidas para controlar as massas? Viver a favor daquela 'causa'? Deixando cada vez mais para trás o que me constitui eu?
Nunca me ensinaram a cultivar fé, tentaram ensinar-me a ser uma ovelha num rebanho guiado todo na mesma direção de forma a obterem o controlo total, pediram para decorar textos, recitá-los em grupo, dizê-los como uma oração a alguém com quem quase nunca senti ligação, à conta de toda a instituição que não o fazia por amor, mas por utilidade, queriam tornar-me objeto, tornar-me num dos tantos para os fazer eleitos.
Comando o que sou e aquilo em que acredito e as minhas práticas não serão reguladas por instituições a favor de pessoas corrompidas em vez de pura fé.
Desconfiarei de todas as casas que se disfarçam de amor através da palavra, mas crucificam todos os erros, expõem-nos como veneno sem cura e expulsam tantos por não cumprirem as regras estabelecidas.
Nunca me ensinaram a cultivar fé, tentaram ensinar-me a ser uma ovelha num rebanho guiado todo na mesma direção de forma a obterem o controlo total, pediram para decorar textos, recitá-los em grupo, dizê-los como uma oração a alguém com quem quase nunca senti ligação, à conta de toda a instituição que não o fazia por amor, mas por utilidade, queriam tornar-me objeto, tornar-me num dos tantos para os fazer eleitos.
Comando o que sou e aquilo em que acredito e as minhas práticas não serão reguladas por instituições a favor de pessoas corrompidas em vez de pura fé.
Desconfiarei de todas as casas que se disfarçam de amor através da palavra, mas crucificam todos os erros, expõem-nos como veneno sem cura e expulsam tantos por não cumprirem as regras estabelecidas.
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