Onde foi o passado,
Onde está,
Poderá ser...

Não queiras o total, a confiança
Medo assombra-me, se me podes ver
Escondo-me quando mais quero correr

Não iludir-me, agir perante o que desejo
Quero-te, quero-te,
Mas quero mais em mim crer

Desespero, suspiro, onde está o que me faz ser?
Tiros perdidos que razam a camada
O meio, o principal, a tela pura,
Pinto-te no escuro,
De dia não se vê


Um daqueles poemas que escrevi prestes a ir domir já mais inconsciente que acordada, nem eu ao passar isto a limpo percebo bem o que escrevi.

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