Ajustou-se, aniquilou o que era, aqueceu, queimou, tornou-se pedra. Antes de não ser, o que era? O fim, não existe. O começo... não me lembro. E o que sei?
Fecha o que vês, de vez, desta vez, dorme tudo o que falta para acordares no que te resta. Restos de ti que de magoam, apazigua-os, despede-te, adeus. Sente o que és, toca no que mais te repulsa, contradiz os maiores defeitos, apodera-te dos fracassos, comanda em ti, o teu corpo são ossos e músculos e pele como os deles, não és menos, és tu, és. Então, sê.
Enquanto fores, não te escondas onde mais te encontras. O que nos resta?
Olha para mim. Olha sem receio e ama-me, porque sou quem tens completamente. Eles destruiram-te, mas não tudo, cria-te por tudo o que doeu, que sangraste, que ouviste, que guardaste, que sedaste, deixa-me sentir, deixa tudo isso ressoar cá dentro, é o ritmo, é a prova da tua vida e apenas assim poderás voltar a saborear para poderes sarar.
Fecha o que vês, de vez, desta vez, dorme tudo o que falta para acordares no que te resta. Restos de ti que de magoam, apazigua-os, despede-te, adeus. Sente o que és, toca no que mais te repulsa, contradiz os maiores defeitos, apodera-te dos fracassos, comanda em ti, o teu corpo são ossos e músculos e pele como os deles, não és menos, és tu, és. Então, sê.
Enquanto fores, não te escondas onde mais te encontras. O que nos resta?
Olha para mim. Olha sem receio e ama-me, porque sou quem tens completamente. Eles destruiram-te, mas não tudo, cria-te por tudo o que doeu, que sangraste, que ouviste, que guardaste, que sedaste, deixa-me sentir, deixa tudo isso ressoar cá dentro, é o ritmo, é a prova da tua vida e apenas assim poderás voltar a saborear para poderes sarar.
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