Fui retratos de agonia
Em telas vazias no roupeiro
Na roupa lavada engelhada por todo o meu quarto
Fui fotografias forçadas
Sob lágrimas inconstantes
Incoerência
Rebelde
Reverência
Fui gritos e gritada
Rebaixada
Silenciada
Por uma defesa não assumida
Defendi quando ninguém o fez
Defendi-os
Porque o apego é maior que o râncor
Dói tanto quando me é dirigido quando lhes és
Por isso digo
Que talvez não seja sina minha
Ser algo para mim
Eles viram o que sofri
E as marcas
Por vezes, vincaram-nas
Mas e agora, que o que tenho não se nota?
Sufoco, afogo-me tão lentamente
Que nem eu reparo
As poucos
Me desfaço.
Em telas vazias no roupeiro
Na roupa lavada engelhada por todo o meu quarto
Fui fotografias forçadas
Sob lágrimas inconstantes
Incoerência
Rebelde
Reverência
Fui gritos e gritada
Rebaixada
Silenciada
Por uma defesa não assumida
Defendi quando ninguém o fez
Defendi-os
Porque o apego é maior que o râncor
Dói tanto quando me é dirigido quando lhes és
Por isso digo
Que talvez não seja sina minha
Ser algo para mim
Eles viram o que sofri
E as marcas
Por vezes, vincaram-nas
Mas e agora, que o que tenho não se nota?
Sufoco, afogo-me tão lentamente
Que nem eu reparo
As poucos
Me desfaço.
Comentários
Enviar um comentário