A ponderar...
Ao longo de todo o tempo, o que nunca parei de fazer foi escrever. Nunca expus como expõem quadros, não menciono por acaso, desde que escrevi, foi revelado apenas entre paredes, com cortinas opacas e só algumas pessoas sabiam que era, de facto eu. E receber reconhecimento das poucas vezes que alguém lia algo, era e é uma das poucas coisas que me aconchega, escrever é algo de que me orgulho, não sinto que seja um esforço, simplesmente faço e flui. E, por mais tempo que já tenha de vida, só há pouco é que conclui isto e usei-o como termo de comparação ao caminho que segui.
E questiono se vale a pena fazer disto público.
Se as pessoas precisam de escrita emotiva, para se espelharem e saberem que há mais além de textos lamechas de amor com que se relacionar.
Vale a pena?
Vale a pena eu investir a sério em partilhar isto?
Este impacto, é necessário?
Se fosse, seria tanto benéfico para mim, como para os outros e é entusiasmante ter algo assim, seria, mesmo.
Até que ponto valem mais umas palavras no meio do caos online?
A ponderar expôr de vez, expôr as minhas feridas, para ajudar a curar a de outros, para acalmar o inconstante peso a latejar.
Escrever é das poucas coisas em que consigo afirmar sem medos que adoro, que nunca deixou de brilhar, que nunca me fez duvidar. E é isso um propósito de vida, certo? Algo que se quer fazer todos os dias, é sentir a alma fervilhar a querer criar assim que se sentem as esquinas com que nos deparamos.
Fica no ar.
E questiono se vale a pena fazer disto público.
Se as pessoas precisam de escrita emotiva, para se espelharem e saberem que há mais além de textos lamechas de amor com que se relacionar.
Vale a pena?
Vale a pena eu investir a sério em partilhar isto?
Este impacto, é necessário?
Se fosse, seria tanto benéfico para mim, como para os outros e é entusiasmante ter algo assim, seria, mesmo.
Até que ponto valem mais umas palavras no meio do caos online?
A ponderar expôr de vez, expôr as minhas feridas, para ajudar a curar a de outros, para acalmar o inconstante peso a latejar.
Escrever é das poucas coisas em que consigo afirmar sem medos que adoro, que nunca deixou de brilhar, que nunca me fez duvidar. E é isso um propósito de vida, certo? Algo que se quer fazer todos os dias, é sentir a alma fervilhar a querer criar assim que se sentem as esquinas com que nos deparamos.
Fica no ar.
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