Consciências sintonizadas
Trilha-me os sentidos
Tempera-me a consciência
Beija o fúnebre
Encara-me ao sol
E que seja o mais honesto
E visto de mais perto
Que se aceite em mútuo
Que se faça festa do luto
Que se gire à chuva das estrelas
Encadeia-me os medos
Revela-me os segredos
Vingo-te as crenças
Vinco-te do avesso
E cairemos
Num colchão na praia
Que flutue de cais em cais
Até mais
Que menos sejam as incertezas
Que menos sejam as desilusões
Que sejamos inteiros mesmo distantes
Que sejamos mais que cheios perante
Que se interrompa o acelerar
Que se pause um instante
Que se prove um do outro
Que se comprove que é,
que seja.
Tempera-me a consciência
Beija o fúnebre
Encara-me ao sol
E que seja o mais honesto
E visto de mais perto
Que se aceite em mútuo
Que se faça festa do luto
Que se gire à chuva das estrelas
Encadeia-me os medos
Revela-me os segredos
Vingo-te as crenças
Vinco-te do avesso
E cairemos
Num colchão na praia
Que flutue de cais em cais
Até mais
Que menos sejam as incertezas
Que menos sejam as desilusões
Que sejamos inteiros mesmo distantes
Que sejamos mais que cheios perante
Que se interrompa o acelerar
Que se pause um instante
Que se prove um do outro
Que se comprove que é,
que seja.
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