Vou dizer-te o que está errado
Essa mania que tens de acordar em modo automático, sem deixares que o sol te queime a visão e te deixes habituar à luz. Esse jeito de te esconderes no cabelo e escondê-los debaixo de roupa, a mania de desviares o olhar de alguém que te olhe. Tens medo que te vejam. Esse impulso que ganhaste de querer estar com pessoas, de interagir, de comunicar, esse não é errado, mas quando ficas à espera que te convidem e nada te dizem e te sujeitas a pedinchares indiretamente se podes ir, se eles te quisessem lá, eles diziam. Queres sair, mas com quem? Quem é que te convida sem teres de perguntar a todos se vão na esperança de um convite? E esse rancor que tens de carregar, de saberes que te deixaram de lado, que não és parte deles, está confirmado e ouve, lê bem, não invistas neles, investe em ti. Não corras atrás, corre por ti, sê por ti.
Um ano passado desde o ano passado. Lembraste? Lembraste bem mesmo que a memória o tente suprimir pelo teu bem. Mais anos passaram desde pior que o ano passado e estás aqui. Conseguirias preencher uma lista de tantos que te maltrataram, te humilharam, sem nunca lhes teres dirigido maldade. Mesmo tendo sofrido ainda mais por teres mantido o silêncio, estás aqui. Muito disso, infelizmente, ainda está também, é um pouco inevitável. É inevitável que te lembres das palavras que te cuspiram, dos empurrões, do que atiraram, tudo isto até dentro de um sala, irónico. A escola. A maioria diria que vai deixar saudade, não deixou de todo. É errado quereres voltar ao início para evitares toda essa tortura, usando uma máscara, o problema na altura, foi seres tão tu, mas esse não foi o teu problema, não foste tu que erraste, foram eles e à conta disso, tiveste de te mascarar claro, aprendeste, mas mal. Já a podes tirar, aqui não te fazem mal, aqui podes ser, mas tens de reaprender. Depende de ti prioritariamente, Passou um ano desde que mais mudaste, não te deixes parar por aí, ainda há mais, tanto mais para desbloqueares e o ano passado é a tua prova de que és capaz, então sê agora, também.
Um ano passado desde o ano passado. Lembraste? Lembraste bem mesmo que a memória o tente suprimir pelo teu bem. Mais anos passaram desde pior que o ano passado e estás aqui. Conseguirias preencher uma lista de tantos que te maltrataram, te humilharam, sem nunca lhes teres dirigido maldade. Mesmo tendo sofrido ainda mais por teres mantido o silêncio, estás aqui. Muito disso, infelizmente, ainda está também, é um pouco inevitável. É inevitável que te lembres das palavras que te cuspiram, dos empurrões, do que atiraram, tudo isto até dentro de um sala, irónico. A escola. A maioria diria que vai deixar saudade, não deixou de todo. É errado quereres voltar ao início para evitares toda essa tortura, usando uma máscara, o problema na altura, foi seres tão tu, mas esse não foi o teu problema, não foste tu que erraste, foram eles e à conta disso, tiveste de te mascarar claro, aprendeste, mas mal. Já a podes tirar, aqui não te fazem mal, aqui podes ser, mas tens de reaprender. Depende de ti prioritariamente, Passou um ano desde que mais mudaste, não te deixes parar por aí, ainda há mais, tanto mais para desbloqueares e o ano passado é a tua prova de que és capaz, então sê agora, também.
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