Tanto tempo para nós,
Nosso
Este chão, aquele sofá
A água fria que pisas com receio
O luar que pouco vês por distração
Qual foi a última vez que paraste?
E bebeste de tudo o que te rodeava,
Mataste a sede à liberdade...
Deixei de contar as vezes que querias abraçá-los
Deixei de contar-lhes o que se passava
Nessa tua cabeça, que nada de oco tem
Tão cheia de desperdício, vício e corrupção
Sabes o que poderias ser se não o fosses
E essa mão que estendes a tanta gente
À espera que a entrelacem,
Agarram-na e arrancam-te o perdão
Derramam no teu ombro as lágrimas, revoltam-se
O espelho vira, eles não estão lá
O teu grito é em vão e abafado
Os teus pecados são vistos sem fundamento
Sei que vives em constante pesadelo
E a tua fuga é dormir
Porque é o mais perto de real que tens,
De um abraço, de um sopro quente, de um riso, de luz ardente
Temos todo o tempo do mundo
Mas a tua demora não acompanha o passo
Quando a disposição está, o momento já está gasto.
Nosso
Este chão, aquele sofá
A água fria que pisas com receio
O luar que pouco vês por distração
Qual foi a última vez que paraste?
E bebeste de tudo o que te rodeava,
Mataste a sede à liberdade...
Deixei de contar as vezes que querias abraçá-los
Deixei de contar-lhes o que se passava
Nessa tua cabeça, que nada de oco tem
Tão cheia de desperdício, vício e corrupção
Sabes o que poderias ser se não o fosses
E essa mão que estendes a tanta gente
À espera que a entrelacem,
Agarram-na e arrancam-te o perdão
Derramam no teu ombro as lágrimas, revoltam-se
O espelho vira, eles não estão lá
O teu grito é em vão e abafado
Os teus pecados são vistos sem fundamento
Sei que vives em constante pesadelo
E a tua fuga é dormir
Porque é o mais perto de real que tens,
De um abraço, de um sopro quente, de um riso, de luz ardente
Temos todo o tempo do mundo
Mas a tua demora não acompanha o passo
Quando a disposição está, o momento já está gasto.
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