Verde

Olhei para a memória fotográfica,
O sorriso que me deslumbrou tinha um recanto de intriga
E suava doce como uma canção que se adora e se quer ouvir outra vez
Mãos que entrelaçavam planos
Era tudo o que queria sem saber,
Criei sem saber um novo sentir, sem querer, quis.

Nada será e um regresso não me garante que tropece
Que encontre a melodia a cantar para mim

Estar sem os pés no chão, num abraço,
Fez o fim chegar tão rápido, pés assentes no chão, fui, foi

Há um tempero que revela o sabor autêntico,
Era mesmo assim, doce,
E alguém que consegue fazer-me procurar por uma nova cor,
Para além de azul e amarelo,
É alguém que não me é indiferente,
Porém a história é porque é apenas
Um pequeno livro com um capítulo.

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