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Temos escolha, sempre. Quando não temos escolha na ação que ocorre, podemos escolher como vamos reagir ao que acontece e como isso nos influencia. Não seremos sempre fortes, não teremos os olhos secos, podemos chorar, iremos chorar para despejar o peso que acumulamos da vida. Chora sempre que sentires chegar. Vergonha é estagnar quando sabemos fazer melhor e quando temos capacidade para isso. Então escolhe aproveitar a vida mesmo quando te anunciarem um prazo demasiado limitado, com ou sem anúncio prévio, de qualquer forma, não sabemos quando expiramos. Eu podia até expirar agora ou daqui a uns segundos ou amanhã quando entrar no portão do meu hábito semanal.
O tempo é um demónio que nos atormenta a toda a hora se não o pararmos.
Lembraste quando...? Tempo.
Passa tão rápido... Tempo.
Que horas são? Tempo.
Quando falta para...? Tempo.
Temos de combinar qualquer coisa... Tempo.
Um dia vou... Tempo.
Tempo.
Vem do passado para nos atormentar, arranha-nos a pele e ainda deixa feridas por sarar na ilusão de uma possível cura. O passado é para ser recordado com um sorriso, o presente é para ser aproveitado, para se fazer escolhas e o futuro é onde se deve projetar o que queremos viver no próximo momento. Eu podia agora escolher dar o meu melhor, eu posso fazê-lo, mas não o faço, isso é uma escolha, saber que tenho opções e estar consciente disso. Poderia também escolher não fazer nada e questionar-me do valor que tem continuar a tentar ser a melhor versão de mim mesma quando posso morrer amanhã e ser tudo em vão, mas não o vou fazer, não mais, hoje não. Irei tentar escolher o melhor a todos os momentos e lembrar-me de que tenho escolha em todas as situações e uma escolha que se sobrepõe a todos os estados e sentimentos.
Quando a morte chegar, eu não terei mais escolha, mas saberei que, enquanto tive, escolhi a vida. Então quando a morte me abraçar, eu sem arrependimentos, irei abraçá-la com o meu resto cheio de vida.
O tempo é um demónio que nos atormenta a toda a hora se não o pararmos.
Lembraste quando...? Tempo.
Passa tão rápido... Tempo.
Que horas são? Tempo.
Quando falta para...? Tempo.
Temos de combinar qualquer coisa... Tempo.
Um dia vou... Tempo.
Tempo.
Vem do passado para nos atormentar, arranha-nos a pele e ainda deixa feridas por sarar na ilusão de uma possível cura. O passado é para ser recordado com um sorriso, o presente é para ser aproveitado, para se fazer escolhas e o futuro é onde se deve projetar o que queremos viver no próximo momento. Eu podia agora escolher dar o meu melhor, eu posso fazê-lo, mas não o faço, isso é uma escolha, saber que tenho opções e estar consciente disso. Poderia também escolher não fazer nada e questionar-me do valor que tem continuar a tentar ser a melhor versão de mim mesma quando posso morrer amanhã e ser tudo em vão, mas não o vou fazer, não mais, hoje não. Irei tentar escolher o melhor a todos os momentos e lembrar-me de que tenho escolha em todas as situações e uma escolha que se sobrepõe a todos os estados e sentimentos.
Quando a morte chegar, eu não terei mais escolha, mas saberei que, enquanto tive, escolhi a vida. Então quando a morte me abraçar, eu sem arrependimentos, irei abraçá-la com o meu resto cheio de vida.
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