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Onde é que escondi o meu coração
Quando me esfaquearam no peito?
As lágrimas só vieram mais tarde
Ponderei estar errada
Quando sabia ter bem feito
Ele fugiu daqui
Para dar vez à racionalidade
Amou demais quem não devia
Olhou demasiado para quem não lhe pertencia
E a ânsia de poder e não chegar a ser
Deixou-o cansado
Dei férias ao coitado
Ele foi viajar
Não sei para onde
Talvez tenha ficado na alfândega
Com medo de chegar
Com receio de partir e perder o que lhe dá alento
Não está atento aos factos
Um vitral colorido tem na mesma duas faces
E ouvir dá sentido
Ao que sentes
Então ouve o que tem a dizer
Aquele que te faz sentir um coração cá dentro
É sublime a ilusão
Exata a realidade
Algodão doce
Desfaz-se à prova
Parece muito mais
Do que sabe
Sabe muito menos
Do que parece
E que palavras provei?
É açúcar refinado
Que se torna amargo
Eu quero açúcar naturalmente desajeitado.
Quando me esfaquearam no peito?
As lágrimas só vieram mais tarde
Ponderei estar errada
Quando sabia ter bem feito
Ele fugiu daqui
Para dar vez à racionalidade
Amou demais quem não devia
Olhou demasiado para quem não lhe pertencia
E a ânsia de poder e não chegar a ser
Deixou-o cansado
Dei férias ao coitado
Ele foi viajar
Não sei para onde
Talvez tenha ficado na alfândega
Com medo de chegar
Com receio de partir e perder o que lhe dá alento
Não está atento aos factos
Um vitral colorido tem na mesma duas faces
E ouvir dá sentido
Ao que sentes
Então ouve o que tem a dizer
Aquele que te faz sentir um coração cá dentro
É sublime a ilusão
Exata a realidade
Algodão doce
Desfaz-se à prova
Parece muito mais
Do que sabe
Sabe muito menos
Do que parece
E que palavras provei?
É açúcar refinado
Que se torna amargo
Eu quero açúcar naturalmente desajeitado.
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