Plano

Que vulgaridade! Que ridículo ter as soluções e não as atribuir! Eis que choro mudo, choro muda o choro que nada muda... eis o grito no escuro, grito no escuro o grito que não se ouve... eis solidão presente... só estou... Ai a luz que me lê a mente! O que sinto, quem mais sente?
Só só só, só comigo, só e eu... e tu... o nós e só estou, só estou ausente de ser.
Os bens materiais que me pesam tanto, que carregam os ombros mas eu, eu sem tanto!

- Quem é?
- Sou eu a querer ser...!
- Faça favor.

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