Noto quando as estrelas se espalham demasiado, deixo de as ver. Às vezes nem a luz da lua eu avisto, não há nada que vista que me faça mais que isto. Há um amargo cravado debaixo da minha língua, que reveste o que sinto, como se fosse causar ardor a qualquer momento e receio o que irá doer.
Reparo quando se afastam, dizem-me que sou eu que apenas vejo as coisas assim, por me sentir fora da parte, acho que não é ilusão. Uma pessoa dedicou-se vários dias a fazer-me indiretas, uma delas, que tentava demasiado. Se tentasse mais, não estaria assim, porém, o que tentei trouxe-me aqui. Essa conotação que associou ao tentar demasiado é complicada de descontruir. Não há mal em querer relacionar-me com mais alguém, querer conectar-me com o que me rodeia, fazer parte de vários momentos. É triste ser apenas uma vaga memória quase totalmente desvanecida, não é isso que quero ser. Às vezes sinto que sou a única a puxar a corda, insisto, sinto que por isso me rebaixo, me faço de ignorante, às vezes, sem isso, acho que estaria sem ninguém, puxo em vão mesmo assim. Desgasta-me tanto, mas há um monstro dentro de mim pronto para fazer-se pessoa e isolar-me de tudo caso não o faça. O medo é uma repetição constante na minha rotina. Um mais proeminente é o de não chegar a ser nada quando passar por momentos cruciais pois até agora, muito desses, têm isso apenas isso, atravessados. Estou aqui, não estou, não sei se sou. Uma contradição que se realiza todos os dias em que acordo, uma mente tão abstraída e um corpo tão pesado que se arrasta. Olho, mas não reparo em nada. Tento reparar tudo isto, aquela pessoa estava errada, se tentasse demasiado, agora sentia-me acordada.
Reparo quando se afastam, dizem-me que sou eu que apenas vejo as coisas assim, por me sentir fora da parte, acho que não é ilusão. Uma pessoa dedicou-se vários dias a fazer-me indiretas, uma delas, que tentava demasiado. Se tentasse mais, não estaria assim, porém, o que tentei trouxe-me aqui. Essa conotação que associou ao tentar demasiado é complicada de descontruir. Não há mal em querer relacionar-me com mais alguém, querer conectar-me com o que me rodeia, fazer parte de vários momentos. É triste ser apenas uma vaga memória quase totalmente desvanecida, não é isso que quero ser. Às vezes sinto que sou a única a puxar a corda, insisto, sinto que por isso me rebaixo, me faço de ignorante, às vezes, sem isso, acho que estaria sem ninguém, puxo em vão mesmo assim. Desgasta-me tanto, mas há um monstro dentro de mim pronto para fazer-se pessoa e isolar-me de tudo caso não o faça. O medo é uma repetição constante na minha rotina. Um mais proeminente é o de não chegar a ser nada quando passar por momentos cruciais pois até agora, muito desses, têm isso apenas isso, atravessados. Estou aqui, não estou, não sei se sou. Uma contradição que se realiza todos os dias em que acordo, uma mente tão abstraída e um corpo tão pesado que se arrasta. Olho, mas não reparo em nada. Tento reparar tudo isto, aquela pessoa estava errada, se tentasse demasiado, agora sentia-me acordada.
Comentários
Enviar um comentário