Não me conformo com a incoerência da ordem, engenhos inertes que me fazem questionar, silêncio que me atormenta, me desacorda enquanto tento não ouvi-lo.
Refugio-me nos desejos provados que alimentaram ilusões, quando o medo me enrola, agarro-me como quando ele me levantou do chão, repito a memória desfocada que tenho do seu sorriso, do abraço, do adeus. Tento acalmar a revolução com quem nunca pertenceu à minha vida, apenas viajantes passageiros, quando vão embora, eu fico à espera que voltem, mas nunca regressam. Não devia esperar por ninguém, não deveria tentar salvar-me com coletes imaginários, deveria ter momentos meus como salvação, conquistas, orgulhos aos quais me pudesse prender para voltar a respirar. Não me satisfaço com ilusões, embora sejam centenas, apenas procuro com elas sentir realização, sei que nunca resultará. Sei a resposta, crava-se em mim e magoa-me, a sua essência nunca me alcança.
Refugio-me nos desejos provados que alimentaram ilusões, quando o medo me enrola, agarro-me como quando ele me levantou do chão, repito a memória desfocada que tenho do seu sorriso, do abraço, do adeus. Tento acalmar a revolução com quem nunca pertenceu à minha vida, apenas viajantes passageiros, quando vão embora, eu fico à espera que voltem, mas nunca regressam. Não devia esperar por ninguém, não deveria tentar salvar-me com coletes imaginários, deveria ter momentos meus como salvação, conquistas, orgulhos aos quais me pudesse prender para voltar a respirar. Não me satisfaço com ilusões, embora sejam centenas, apenas procuro com elas sentir realização, sei que nunca resultará. Sei a resposta, crava-se em mim e magoa-me, a sua essência nunca me alcança.
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