À miúda mais rabugenta que eu nunca vi
Vai lá agora,
chateia-te mais,
fala ainda mais alto,
satura tanto as teimas que só te restem sussurros doces e lágrimas ternas
Pergunto-me se algum dia te vi realmente,
se alguma das incontáveis vezes que senti,
acertei no que sou,
ou no que devia ser;
Teimosa, chata, insegura...
Que quando chora cria muralhas
mas que quando ri quebra muros
Podes culpar o mundo,
não lhe deves nada,
ele quer lá saber de ti
Se há coisa pelo que tens de te culpar, é por teres chegado aqui,
Magra, pálida, vesga, gorda, estranha, desfeita, de fora,
A culpa é toda tua
quem é que te mandou chegares até aqui?
Tu.
3.09.2016
chateia-te mais,
fala ainda mais alto,
satura tanto as teimas que só te restem sussurros doces e lágrimas ternas
Pergunto-me se algum dia te vi realmente,
se alguma das incontáveis vezes que senti,
acertei no que sou,
ou no que devia ser;
Teimosa, chata, insegura...
Que quando chora cria muralhas
mas que quando ri quebra muros
Podes culpar o mundo,
não lhe deves nada,
ele quer lá saber de ti
Se há coisa pelo que tens de te culpar, é por teres chegado aqui,
Magra, pálida, vesga, gorda, estranha, desfeita, de fora,
A culpa é toda tua
quem é que te mandou chegares até aqui?
Tu.
3.09.2016
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