Recorta-me, espalha tudo por aí.
Deita-me fora, vai embora, nunca digas que sim.
Grita-me, nunca me fales.
Apego-me, largas-me.
Mãos que não agarram sentidos,
Agarram vontades.
Reviver a mágoa e desilusão é voltar a sentir o azedo a fazer arder feridas. A boca pálida, os olhos secos, enquanto se jura que se podia chorar. As cordas nunca arranharam tanto enquanto se quer desembarcar da ilusão e partir do cais, a maré continua a puxar, mas o cais continua a amarrar-te.
Deita-me fora, vai embora, nunca digas que sim.
Grita-me, nunca me fales.
Apego-me, largas-me.
Mãos que não agarram sentidos,
Agarram vontades.
Reviver a mágoa e desilusão é voltar a sentir o azedo a fazer arder feridas. A boca pálida, os olhos secos, enquanto se jura que se podia chorar. As cordas nunca arranharam tanto enquanto se quer desembarcar da ilusão e partir do cais, a maré continua a puxar, mas o cais continua a amarrar-te.
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