Mel mar

Mel que escorre dessa cascata
Delicia a pele de quem se sujeita a parar no tempo
Que doce é a superfície
Mas o mergulho torna-o salgado
Porém, debaixo vêem-se os corais e os recifes
Vê-se o que do passado resultou
Rochas que se afirmam tão intensamente,
A suave corrente que passa, gasta-as
Moldam-se diferentes
Permanecem presentes
No entanto renovam-se
Provam a melodia
Da beleza sem fim

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