Medo de Sentir
As minhas mãos não te alcançaram como deviam, agarraram com a força precisa, te entrelaçaram nos sítios onde devíamos ficar.
Queria dizer-te que te queria, mas e se só querias o que não se via de dia?
Podíamos ser um plural paralelo... vou voltar a ver-te e vais estar no meu mundo, virás-me de dia e de noite, de onde sou e como desfiz e fiz disto o meu mundo.
Vou apresentar-te a este lugar e querer que fiques por aqui.
Já tantos se deslumbraram por este canto, se ficasses mais um bocado, seria um plano
Até podia nem resultar, senão a conexão mais autêntica que tive, com alguém que me fala directamente, me olha para lá da lente e quer que eu fique.
O problema é que tenho receio de pôr o que sinto em actos e tu tens medo de sentir o que fazes.
Queria dizer-te que te queria, mas e se só querias o que não se via de dia?
Podíamos ser um plural paralelo... vou voltar a ver-te e vais estar no meu mundo, virás-me de dia e de noite, de onde sou e como desfiz e fiz disto o meu mundo.
Vou apresentar-te a este lugar e querer que fiques por aqui.
Já tantos se deslumbraram por este canto, se ficasses mais um bocado, seria um plano
Até podia nem resultar, senão a conexão mais autêntica que tive, com alguém que me fala directamente, me olha para lá da lente e quer que eu fique.
O problema é que tenho receio de pôr o que sinto em actos e tu tens medo de sentir o que fazes.
Comentários
Enviar um comentário