Há lugares que ficam como d'antes.
Como se esperassem sempre, de braços abertos, os regressos dos que o deixaram.
Na realidade o sítio não mudou com as presenças, mas com as ausências, as despedidas, as árvores cortadas, as paredes reconstruídas. O sítio mudou quem por lá esteve.
Há um banco de pedra, que faz paralelo à casa, um banco que só se vê quase todo ocupado uma vez por ano. Mesmo vazio e sozinho, mantém o muro seguro, brinca com as cores, com as teias, com o meio, e faz-se cheio por si só.
Há lugares que esperam, sempre, para que voltes, para que mais uma vez, te dêem algo para te lembrares com um aperto de saudade quando já não lá estiveres. E quando fores, volta. Porque não
há outro ar que respires tão puro como aquele que te deixou ser criança.
Como se esperassem sempre, de braços abertos, os regressos dos que o deixaram.
Na realidade o sítio não mudou com as presenças, mas com as ausências, as despedidas, as árvores cortadas, as paredes reconstruídas. O sítio mudou quem por lá esteve.
Há um banco de pedra, que faz paralelo à casa, um banco que só se vê quase todo ocupado uma vez por ano. Mesmo vazio e sozinho, mantém o muro seguro, brinca com as cores, com as teias, com o meio, e faz-se cheio por si só.
Há lugares que esperam, sempre, para que voltes, para que mais uma vez, te dêem algo para te lembrares com um aperto de saudade quando já não lá estiveres. E quando fores, volta. Porque não
há outro ar que respires tão puro como aquele que te deixou ser criança.
Comentários
Enviar um comentário