traços estrelares
Revistei o pó das estrelas poisado nos meus ombros
Faltou-me muitas vezes o fôlego para soprar
Foi por muito tempo o único brilho que via
Mas agarrava-se, embebedava-se de mim para permanecer presente
Um misto de ódio e saudade
Embriaguez de cansaço, num colo falso
Inconstante, incoerente
Esse casaco é demasiado pesado
Um amontoar de vários trapos que nunca foram justos
Ainda não tendo encontrado um,
Prefiro arrefecer do que vestir um que não se ajuste
Traçar a galáxia que me faz
Para recuperar o brilho que se perdeu de mim
foco
foco
foco
As camuflagens foram apenas proteção
Enquanto o coração amadurecer
O topázio equilibrar
Na almofada descansa o aroma
Para viajar é preciso partir da terra
Volta, recebo-te, todo este espaço é teu, todo este és
tu
Faltou-me muitas vezes o fôlego para soprar
Foi por muito tempo o único brilho que via
Mas agarrava-se, embebedava-se de mim para permanecer presente
Um misto de ódio e saudade
Embriaguez de cansaço, num colo falso
Inconstante, incoerente
Esse casaco é demasiado pesado
Um amontoar de vários trapos que nunca foram justos
Ainda não tendo encontrado um,
Prefiro arrefecer do que vestir um que não se ajuste
Traçar a galáxia que me faz
Para recuperar o brilho que se perdeu de mim
foco
foco
foco
As camuflagens foram apenas proteção
Enquanto o coração amadurecer
O topázio equilibrar
Na almofada descansa o aroma
Para viajar é preciso partir da terra
Volta, recebo-te, todo este espaço é teu, todo este és
tu
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