Nos dilemas intitulados infinitos por não se saber a resposta encontra-se a segurança como um nó e de cada um parte o medo de que se fizer o seu melhor para dar tudo por objetivos, esse seja demasiado forçado, que o nó não resista, que não se resista à quebra, então não te resistas, não te enfrentes, não te olhes ao espelho e te vejas um obstáculo, vê-te, olha-te, és tu e estás aqui, é o teu reflexo distorcido pelas tuas crenças. Revê aquilo em que acreditas, se te crês como incapaz, vês-te como tal, irás observar esse reflexo como impedimento. E o que te impede de ver para além disso? Tu, mas tu não és o impedimento, és a força, o impulso, o acto do pensamento, então não ajas segundo pensamentos críticos. E se o reflexo está distorcido, não seria melhor ser uma bela ilusão do que a ilusão que te impede de seguir caminho?

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