Nos dilemas intitulados infinitos por não se saber a resposta encontra-se a segurança como um nó e de cada um parte o medo de que se fizer o seu melhor para dar tudo por objetivos, esse seja demasiado forçado, que o nó não resista, que não se resista à quebra, então não te resistas, não te enfrentes, não te olhes ao espelho e te vejas um obstáculo, vê-te, olha-te, és tu e estás aqui, é o teu reflexo distorcido pelas tuas crenças. Revê aquilo em que acreditas, se te crês como incapaz, vês-te como tal, irás observar esse reflexo como impedimento. E o que te impede de ver para além disso? Tu, mas tu não és o impedimento, és a força, o impulso, o acto do pensamento, então não ajas segundo pensamentos críticos. E se o reflexo está distorcido, não seria melhor ser uma bela ilusão do que a ilusão que te impede de seguir caminho?
Linha correspondente
Entre linhas soltas Entrelaçados De cores diferentes Realmente separados Se esta parede não cai Caio eu Se a luz não entra Apago-me Se a voz não me alcança Eu calo-me Isolo-me E canto Em tom médio Será que se ouve ao lado? Não como podia, Como temo ser ouvida, canto Até as cordas entalarem o som E as cordas não soam acordo vontade Quero que acordes agora Deixes de tentar reanimar memórias Que foram apenas um momento E o rasto que te deixaram foi temporário Então solta a linha, Pois está solta do outro lado Só por um momento foi mútuo, Agora separado, Agora nada, Nada. Se o sol não atravessa a janela Sai Se a parede separa a realidade Sai Se não te falam Fala Diz Se cantar te magoa Canta como podes No tom que devias Não temas Não temas não obter resposta Um dia terás E pode não ser da mesma linha Ou na mesma linha, Mas irá corresponder, Responde ao que tu sentes Não esperes ser remetente
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