Revejo o que está espelhado
As núvens penduradas num céu vazio
É uma vista digna de admiração,
Nem um sorriso me atinge
Há espaço na cama
Coisas paradas à volta
Movimento lá fora
Que não me comove
Ceder já nem se aplica perante desilusão
Apenas transiciona para o nada
Como tudo de que faço parte
Ao longo de um imperceptível dia
A noite não me aflige
O dia não me ofusca
A luz incomoda-me
Porque os meus olhos estão abstractos ao que realmente vêem
Não sei onde está o meu olhar que absorve as experiências que vivo,
Tornando-as em danças de diversos pesos
Tudo o que me incomoda é físico,
Estômago revoltado, costas dobradas, ombros pesados
Cega perante a realidade
O trilho de emoções dos momentos, anulado
Por uma capa,
Protegerá o medo?
Ou o falhanço total caso se ausente?
As núvens penduradas num céu vazio
É uma vista digna de admiração,
Nem um sorriso me atinge
Há espaço na cama
Coisas paradas à volta
Movimento lá fora
Que não me comove
Ceder já nem se aplica perante desilusão
Apenas transiciona para o nada
Como tudo de que faço parte
Ao longo de um imperceptível dia
A noite não me aflige
O dia não me ofusca
A luz incomoda-me
Porque os meus olhos estão abstractos ao que realmente vêem
Não sei onde está o meu olhar que absorve as experiências que vivo,
Tornando-as em danças de diversos pesos
Tudo o que me incomoda é físico,
Estômago revoltado, costas dobradas, ombros pesados
Cega perante a realidade
O trilho de emoções dos momentos, anulado
Por uma capa,
Protegerá o medo?
Ou o falhanço total caso se ausente?
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